O representante do Movimento dos Transportadores de Grãos (MTG), Gilson Baitaca, disse, ao Só Notícias, que o bloqueio do tráfego de caminhões e carretas deve avançar em outros trechos da BR-163 em Nova Mutum e em Diamantino, nas proximidades do Posto Gil, esta semana. “Vamos avançar com os bloqueios de carretas e caminhões que fazem o transporte de cargas em outras rodovias do Estado. Entendemos que não houve uma paralisação geral em Mato Grosso. Muitos motoristas ainda não aderiram ao movimento. Alguns não entendem a importância de se unir e cobrar revogação deste decreto [do presidente Michel Temer], que onera significativamente todo nós brasileiros”.
Segundo Baitaca, a paralisação nacional tem superado as expectativa e chamado a atenção do governo federal. “Alguns deputado federais já entraram em contato. A paralisação está surgindo efeito e nível de Brasil está dentro das nossa expetativas. As manifestações vão continuar até o governo federal descruzar os braços e revogar o decreto abusivos dos preços dos combustíveis.
Conforme Só Noticias já informou, as interdições começaram na segunda-feira na BR-158, em Vila Rica, e BR-070, em Barra do Garças e na BR-162, em Sorriso, e na parte da tarde em Sinop, na 162 sendo impedida a passagem de caminhões e carretas com cargas. Apenas carretas e caminhões com com cargas vivas, perecíveis, ambulâncias, ônibus e carros passavam, seguindo orientação da mobilização nacional do manifesto. Ontem, houve bloqueio na 163 em Sorriso, pela manhã, e durou cerca de 5 horas. À tarde foi retomado. Em Barra do Garças e Vila Rica também ocorreram interdições.
Os caminhoneiros e transportadores são contrários ao decreto do governo federal que autorizou o aumento de impostos sobre os combustíveis e encareceu, em média, em R$ 0,46 o litro de diesel, R$ 0,41 o litro da gasolina, R$ 0,20 o etanol, na última quinta-feira (20). Com o reajuste, o frete deve ficar 4% mais caro em Mato Grosso. Também cobram aprovação do projeto de lei 528/2015, que estabelece preço mínimo para o transporte de cargas e fretes e fim do corte de verbas destinadas para a Polícia Rodoviária Federal, que reduziu atividades também na região Norte do Estado devido a corte de recursos.
Fonte de Notícias: Só Notícias
Segundo Baitaca, a paralisação nacional tem superado as expectativa e chamado a atenção do governo federal. “Alguns deputado federais já entraram em contato. A paralisação está surgindo efeito e nível de Brasil está dentro das nossa expetativas. As manifestações vão continuar até o governo federal descruzar os braços e revogar o decreto abusivos dos preços dos combustíveis.
Conforme Só Noticias já informou, as interdições começaram na segunda-feira na BR-158, em Vila Rica, e BR-070, em Barra do Garças e na BR-162, em Sorriso, e na parte da tarde em Sinop, na 162 sendo impedida a passagem de caminhões e carretas com cargas. Apenas carretas e caminhões com com cargas vivas, perecíveis, ambulâncias, ônibus e carros passavam, seguindo orientação da mobilização nacional do manifesto. Ontem, houve bloqueio na 163 em Sorriso, pela manhã, e durou cerca de 5 horas. À tarde foi retomado. Em Barra do Garças e Vila Rica também ocorreram interdições.
Os caminhoneiros e transportadores são contrários ao decreto do governo federal que autorizou o aumento de impostos sobre os combustíveis e encareceu, em média, em R$ 0,46 o litro de diesel, R$ 0,41 o litro da gasolina, R$ 0,20 o etanol, na última quinta-feira (20). Com o reajuste, o frete deve ficar 4% mais caro em Mato Grosso. Também cobram aprovação do projeto de lei 528/2015, que estabelece preço mínimo para o transporte de cargas e fretes e fim do corte de verbas destinadas para a Polícia Rodoviária Federal, que reduziu atividades também na região Norte do Estado devido a corte de recursos.
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