Letícia da Conceição Estevão de Arruda, que é esposa de um pastor evangélico, foi presa na manhã desta quarta-feira (27), na Operação Fraudator, deflagrada pela Polícia Civil para cumpirr ordens judiciais contra uma organização criminosa que aplicava golpes e fraudes pela internet.
Também foram presas Fabrini Vitória da Silva, apontada como intermediária da quadrilha e Bruna Souza de Jesus, do bairro Pedra 90, em Cuiabá. Um homem, morador de Várzea Grande, que não pode ser identificado, também foi preso durante o cumprimento das ordens.
Os trabalhos foram realizados pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), e a Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionatos e Outras Fraudes (DEIC).
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Várzea Grande. A operação cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Justiça de Goiás contra integrantes de uma associação criminosa identificados em duas investigações distintas realizadas pela Polícia Civil daquele estado.
Os presos foram encaminhados para a Gerência Estadual de Polinter. Em Mato Grosso, a operação foi coordenada pela DRCI, com apoio operacional da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), Gerência Estadual de Polinter e Capturas, delegacias da Regional de Várzea Grande e Diretoria de Inteligência. “Os trabalhos buscam mostrar que a internet não é terra sem lei e há punições severas para os envolvidos nesse tipo de crime.
As penas por fraude eletrônica são de 4 a 8 anos de reclusão, podendo chegar até 16 anos de prisão, além do crime de associação criminosa”, disse o delegado da DRCI, Ruy Guilherme Peral da Silva, que está a frente da Operação.
Folha Max

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